A hipertensão arterial segue como um dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares no mundo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde e o Ministério da Saúde do Brasil. Muitas vezes silenciosa, a chamada pressão alta pode evoluir sem sintomas evidentes, o que torna o diagnóstico precoce e o acompanhamento regular ainda mais necessários. No Brasil, a condição atinge uma parcela significativa da população adulta e está associada a complicações como infarto, acidente vascular cerebral e insuficiência renal.
A prevenção começa com mudanças no estilo de vida, especialmente na adoção de hábitos saudáveis. Alimentação equilibrada, redução do consumo de sal, prática regular de atividade física, controle do peso e abandono do tabagismo são medidas recomendadas por diretrizes nacionais e internacionais. Além disso, manter consultas periódicas e aferir a pressão arterial com frequência permite identificar alterações precocemente e iniciar o cuidado adequado.
De acordo com o cardiologista da Unimed Sul Capixaba, Tiago Alves, a hipertensão exige atenção constante, já que o descontrole pode trazer consequências graves ao longo do tempo. “Muitos pacientes só descobrem a doença após episódios mais agudos, o que evidencia a importância da prevenção e do monitoramento contínuo. O tratamento vai além do uso de medicamentos, envolvendo uma mudança consistente de hábitos no dia a dia”, explica.
A cardiologista da cooperativa, Marcela Gamboa, ressalta que o acompanhamento individualizado é fundamental para o controle da pressão arterial. “Cada paciente possui características específicas, como histórico familiar, presença de outras doenças e estilo de vida, o que influencia diretamente na condução do tratamento. Manter a pressão controlada reduz significativamente o risco de eventos cardiovasculares e melhora a qualidade de vida, especialmente quando há adesão às orientações médicas”.









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