Após relatos de trincas na estrutura inaugurada em 2023, a Comissão de Infraestrutura da Assembleia Legislativa discutiu a manutenção da Terceira Ponte. Técnicos do Crea-ES garantem que não há risco para os usuários, mas reforçam a necessidade de vistorias constantes. A ciclovia, além de promover mobilidade urbana sustentável, também funciona como rede de proteção para prevenir suicídios.
O engenheiro do Crea-ES, Geraldo Rossoni Sisquini, explicou que as trincas não representam risco estrutural, mas ressaltou que a percepção de segurança dos usuários é fundamental. Ele destacou que vistorias rotineiras estão sendo feitas e que recomendações de manutenção já foram aplicadas.
Na mesma linha, o engenheiro Paulo Tarso reforçou que não houve risco de queda para ciclistas ou pedestres, mas lembrou que a ponte exige inspeção e cuidados permanentes.
O deputado Alexandre Xambinho (Podemos), presidente da comissão, questionou como estão sendo feitas as manutenções após o fim da concessão privada da ponte, em dezembro de 2023, quando a gestão passou para o Estado por meio da Ceturb-ES.
A diretora de Gestão de Rodovias da Ceturb, Natasha Solleiro, informou que os trabalhos de vistoria e manutenção são contínuos, com apoio do DER e da Semobi. Ela adiantou que está em andamento a contratação de uma empresa especializada para reforçar o monitoramento.
A Metalvix, empresa responsável pela obra da ciclovia, também participou da reunião. Representante da companhia afirmou que a estrutura é segura, projetada para as condições específicas da Terceira Ponte, que combina aço e concreto.
Com 3,5 km de extensão, a Ciclovia da Vida foi inaugurada como alternativa de mobilidade por bicicleta e também funciona como rede de proteção contra suicídios.









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