O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, apresentou no evento Meta Connect o Meta Ray-Ban Display, óculos inteligentes com um pequeno display embutido na lente. A novidade marca o próximo passo da empresa para reduzir a dependência do celular, integrando IA diretamente em dispositivos vestíveis.
Principais recursos
- Display interno: permite visualizar mensagens, fotos, vídeos, chamadas de vídeo, Reels do Instagram e navegação em mapas.
- Tradução e legendas em tempo real: conversas ficam registradas no app Meta AI.
- Assistente de IA: responde perguntas com áudio e painéis na tela.
- Controle por pulseira neuronal: gestos sutis com as mãos navegam pelo sistema.
- Privacidade: somente o usuário vê o conteúdo exibido.
- Bateria: 6 horas de uso, com estojo que amplia para 30h; pulseira dura 18h.
- Preço: US$ 799, disponível a partir de 30 de setembro nos EUA.
Concorrência e mercado
A Meta aposta que os Displays se tornem tão populares quanto grandes eletrônicos de consumo, mas enfrenta concorrência de Google, Samsung, Snap e Amazon. A parceira EssilorLuxottica planeja produzir 10 milhões de pares por ano a partir de 2026.
Outros lançamentos
- Ray-Ban Meta Gen 2 (US$ 379): câmera 3K, bateria de 8h (estojo 48h), novos recursos de gravação e modo “foco em conversa”.
- Meta Oakley Vanguard (US$ 499): versão esportiva, integração com Strava e Garmin, IA para monitorar treinos, câmera 3K e até 9h de bateria.
Contexto
Os óculos inteligentes da Meta seguem trajetória semelhante à de gadgets de grande sucesso. Diferem de tentativas anteriores, como o Google Glass, ao unirem design convencional, tecnologia avançada e integração de IA.









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