Neste Dia Nacional das Artes, celebramos a arte como forma de expressão, memória e transformação. Para marcar a data, conversamos com Rafael Duarte, fotógrafo há 17 anos que já viajou por 13 países registrando momentos especiais de noivas, debutantes, casamentos e aniversários. Com uma trajetória marcada por muito esforço e dedicação, Rafael revela sua visão sobre a arte, o mercado fotográfico e a importância da valorização dos artistas.

Uma trajetória construída com paixão e persistência
Rafael Duarte é fotógrafo desde 11 de março de 2008 e, desde então, já clicou mais de 500 casamentos e 300 festas de 15 anos.
“De 2012 a 2016, trabalhei sem descanso todos os finais de semana — sexta, sábado e domingo”, conta.
Autodidata e sem ensino médio formal, ele superou desafios para transformar a fotografia em sua profissão e estilo de vida.

A arte como conexão e significado
Para Rafael, a arte na fotografia é muito mais que registrar imagens.
A arte na fotografia representa a capacidade de expressar sua visão de mundo, transmitir emoções e criar obras que vão além da mera representação visual. Uso a câmera para traduzir ideias e sentimentos em imagens”, explica.
Ele cita como inspirações importantes os fotógrafos Everton Rosa, Evandro Rocha e Sebastião Salgado.

Desafios do mercado e a influência da tecnologia
Sobre o cenário artístico local, Rafael avalia:
“Com o avanço da inteligência artificial, acredito que a mão de obra dos fotógrafos vai virar um objeto de luxo, porque nada que um olhar humano faça é melhor do que uma IA, mesmo que elas sejam impressionantes”.
Além disso, destaca a desvalorização da profissão e o impacto do “analfabetismo funcional”, quando pessoas sem conhecimento de empreendedorismo cobram preços muito baixos, desvalorizando o trabalho artístico.
Valorização e incentivo aos artistas
No Dia Nacional das Artes, Rafael sugere que o governo promova competições de fotografia com temas como natureza, família e empreendedorismo para incentivar e valorizar os fotógrafos locais.
“Com o avanço da inteligência artificial, acredito que a mão de obra dos fotógrafos vai virar um objeto de luxo, porque nada que um olhar humano faça é melhor do que uma IA, mesmo que elas sejam impressionantes”.

Gratidão aos que acompanham sua jornada
Finalizando a entrevista, Rafael deixa uma mensagem de agradecimento:
“Com o avanço da inteligência artificial, acredito que a mão de obra dos fotógrafos vai virar um objeto de luxo, porque nada que um olhar humano faça é melhor do que uma IA, mesmo que elas sejam impressionantes”.
VEJA AQUI IMAGENS DE RAFAEL DUARTE:

























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